
Documento detalha divisão da prova objetiva com 100 questões, critérios do Teste de Aptidão Física (TAF) e diretrizes do Curso de Formação.
Os preparativos para o novo concurso da Polícia Penal da Paraíba avançaram com a divulgação das diretrizes do projeto básico do certame. O documento estabelece o formato das avaliações e confirma que os candidatos enfrentarão um processo seletivo composto por duas etapas principais, subdivididas em sete fases de avaliação até a nomeação final.
A seleção terá como primeiro desafio a prova objetiva, que terá caráter eliminatório e classificatório. O exame contará com 100 questões de múltipla escolha, distribuídas entre 60 itens de Conhecimentos Gerais e 40 de Conhecimentos Específicos.
No módulo de Conhecimentos Gerais, a cobrança será equitativa entre quatro disciplinas:
Língua Portuguesa (15 questões)
Noções de Direito Administrativo (15 questões)
Raciocínio Lógico (15 questões)
Informática (15 questões)
Já o bloco complementar trará as 40 questões voltadas aos Conhecimentos Específicos pertinentes às funções da carreira penitenciária.
Ainda na primeira etapa do certame, os concorrentes habilitados na prova teórica passarão pela avaliação de títulos, de caráter exclusivamente classificatório. Em seguida, iniciam-se as etapas eliminatórias voltadas à higidez e ao perfil do candidato: exames médicos, exame toxicológico, avaliação psicológica e a investigação social — que analisará antecedentes criminais, conduta social, aspectos familiares e profissionais dos postulantes ao cargo.
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Outro ponto central detalhado no projeto é o Exame de Aptidão Física (TAF), de natureza eliminatória. A banca aplicará testes rigorosos para verificar capacidades físicas indispensáveis ao exercício operacional da função policial:
Força muscular
Resistência muscular
Potência muscular
Flexibilidade muscular
Aptidão cardiorrespiratória
Coordenação neuromuscular
Os testes têm por finalidade atestar a capacidade física necessária para suportar as exigências da rotina no sistema penitenciário.
A segunda etapa do concurso consistirá no Curso de Formação, organizado e coordenado pela Escola Penitenciária do Estado da Paraíba. A formação terá matriz curricular fundamentada nas diretrizes nacionais para a educação em serviços penitenciários, possuindo caráter simultaneamente eliminatório e classificatório.
Durante esse período letivo, os alunos farão jus a uma indenização mensal correspondente a 50% do vencimento inicial do cargo, respeitado o piso do salário mínimo nacional. A aprovação final exigirá frequência mínima de 75% da carga horária e aproveitamento satisfatório nas avaliações teóricas e práticas aplicadas ao longo do curso.